Na evolução da escala animal o homem assumiu a postura ereta, tomando uma postura antigravitacional. Esta postura ereta obrigou-o a fazer força para vencer a força da gravidade desenvolvendo uma coluna composta por curvas, afim de adaptar-se aos constantes impactos e tensões, associados há potentes músculos, nas costas, divididos em várias camadas.

Ao analisarmos o homem em postura ereta, sobre os dois pés, observamos o equilíbrio gravitacional passando pela coluna vertebral. Esta postura adquirida no espaço corresponde a um eixo do equilíbrio para que não haja quedas ao solo, desta forma cada movimento que realizamos necessita da coluna e dos músculos ações constantes de equilíbrio.

Atualmente sabe-se que a postura resulta de um sistema de vários fatores (externos e internos) e que negligenciar qualquer um desses seria um grave erro, preconizasse também que o homem mantém-se em equilíbrio quando as oscilações de sua linha de gravidade ocorrem dentro do polígono de sustentação.


Segundo o Dr. Souchard (1984)

Quando a linha de gravidade sai do polígono de sustentação, são necessárias manobras de reequilibrição, as quais, por certo, dispensem mais energia do que o simples controle das oscilações da linha de gravidade no interior do polígono, quando o indivíduo esta em equilíbrio.



 


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